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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Príncipe das Borboletas - Clube das Histórias



O PRÍNCIPE DAS BORBOLETAS


Dois dias após o décimo primeiro aniversário de John Farrington, uma migração de borboletas-monarca pousou na sua casa.
Quando John saiu nessa manhã, viu que as borboletas cobriam a parede lateral, como se fossem um tapete vivo. As asinhas cor-de-laranja abriam e fechavam, e o padrão do tapete estava sempre a mudar. Pequenos cachos de borboletas decoravam o peitoril do patamar, as cadeiras de encosto, o carro e parte do pátio.
John nunca vira nada mais belo. Ficou em silêncio para não as assustar. Embora sentisse um formigueiro nas mãos, mortas por pegar num dos bichinhos, retraiu-se com medo de que o bando levantasse voo. Mal se atrevendo a respirar, foi-se afastando da casa. Finalmente, sentou-se na relva, o mais devagar que conseguiu.

Toda esta tranquilidade não se coadunava muito com ele. John era um rapaz impulsivo por natureza, e preferia correr e gritar a estar quieto. Só que agora estava determinado a abrir uma exceção. O seu autocontrolo foi então recompensado por uma borboleta que veio pousar na ponta da sua sapatilha. Abriu e fechou as asas uma vez e, depois, começou a subir pela perna do rapaz.
Entretanto, outras borboletas vieram na sua direção e aterraram no seu ombro esquerdo. Uma, particularmente ousada, veio mesmo pousar-lhe na mão. John engoliu em seco, nervoso, e tentou dominar o medo. Afinal, o que haveria de mais inofensivo do que uma borboleta? No entanto, o rapaz sentia que algo de estranho estava para acontecer. Algo de pouco natural
Foi então que as borboletas começaram a falar com ele. Milhares de vozes sussurravam na sua mente, tão delicadas como um roçar de asas na sua face. As vozes pediam ajuda. Faziam-no sem palavras mas de forma clara.
Uma sensação de pânico percorreu a espinha de John, que teve sérios problemas em ficar quieto. Fechando os olhos, pensou: Como? Porquê?
Mais borboletas aterraram no seu corpo imóvel: havia borboletas nas suas pernas, nos seus braços, nos seus ombros. Eram criaturas frágeis, delicadas e… assustadas. Enquanto se dirigiam a ele, a imagem de um prado, verde e tranquilo, tomava forma na sua mente. “Perdemo-nos no caminho”, sussurraram as borboletas. “Que caminho?”, pensou John. “O caminho que conduz a casa. Existe um lugar verde aqui perto, onde costumamos parar para comer e descansar. Só que agora não conseguimos encontrá-lo. Era um espaço tão grande… Para onde terá ido?”
John percebeu que se referiam ao prado, um lugar onde brincara com frequência. No último setembro, porém, uma construtora tinha começado a transformá-lo em centro comercial. A mente do rapaz reproduziu, sem querer, a imagem que o prado apresentava agora e o desespero das borboletas inundou-lhe o coração. “O que havemos de fazer? Este era o último santuário que conhecíamos nesta etapa do nosso percurso até casa. Para onde iremos agora?”
A pergunta foi feita, simultaneamente, por milhares de borboletas e trazia consigo os pensamentos de muitas outras, acabrunhadas pela tristeza. Uma voz ergueu-se e ressoou clara: “Ajuda-nos!”
“Mas, o que posso eu fazer?” pensou John, cuja alma se debatia entre o medo e o deslumbramento. “Será que existe um outro local verde aqui perto?”
O rapaz lembrou-se que, num dia do início desse mês, tinha ido vender revistas para angariar fundos para o recreio da escola. Tinha ido de bicicleta até um local distante e tinha-se perdido. Nesse mesmo local, existia ainda um oásis de verdura que os bulldozers não tinham destruído. Mal a imagem do local se formou na sua mente, as borboletas pediram, excitadas e aliviadas: “Leva-nos até lá.” “Mas como?” perguntou John.

A resposta das borboletas não surgiu sob a forma de palavras, imagens ou sentimentos. Cercaram o rapaz, roçando nele as asas, e derramaram as suas escamas minúsculas nos seus olhos, braços e pernas.
Então, abrindo as asas inesperadas que pendiam dos seus ombros, John levantou voo.
O seu coração quase rebentou de felicidade por poder deslizar pelo ar ameno. Flutuando ao sabor de brisas suaves e acompanhado por milhares de seres cintilantes e coloridos, aos quais agora se assemelhava, o rapaz sentia-se acompanhado de uma forma que nunca antes experimentara.
“Conduz-nos ao prado”, pediu o bando.
Abanando as suas asas delicadas, John ergueu-se no ar de forma a ver o rumo que deviam seguir. Mal o encontrou, logo guiou as borboletas por sobre as casas. Voaram a manhã toda, ora descansando numa sebe, ora repousando numa árvore. “Só falta mais um bocadinho”, prometeu-lhes. Quando, por fim, alcançaram o prado, as borboletas repousaram na sua verdura bravia com um tal sentimento de alívio que John se sentiu bafejado por um vento cálido.

O rapaz passou a manhã toda com elas, rastejando ao longo de caules verdes e esguios, desenrolando a língua em busca de néctar, apreciando o sol a bater nas suas asas. Por volta do meio-dia, sentiu que estava em apuros. “Será que me podem enviar de volta? A minha mãe vai ficar furiosa comigo, porque não lhe disse onde ia.”
“Fica connosco”, sussurraram as borboletas. “Fica connosco.”
John sentiu o sol nas asas, asas que poderiam erguê-lo até ao céu, conduzi-lo para longe dali, e desejou permanecer borboleta para sempre. Mas lembrou-se de que os pais estariam em cuidados e de que sentiriam a sua falta. E de que ele sentiria a falta deles.
“Não posso ficar”, disse com tristeza. “Tenho de ir para casa.”
Então, as borboletas juntaram-se todas e tudo voltou a ser como antes. Como uma borboleta que se transforma de novo em lagarta, John perdeu as asas e voltou a ser um rapaz, encandeado pela luz do sol. Tinha os pés cheios de bolhas quando chegou a casa, e estava de facto em apuros. Mas não se importou: trocaria sempre, de bom grado, uma semana no chão por um dia com asas.

A partir dessa altura, todas as primaveras John esperava pelas borboletas, que não tardavam a vir. Pediram-lhe ajuda por duas vezes mais. E, das duas vezes, o rapaz transformou-se em borboleta e conduziu-as a um lugar seguro. No ano em que fez dezassete anos, o bando deixou de aparecer. O coração de John doía de tantas perguntas. Será que ficara velho demais? Será que o tinham esquecido? Ou será que algo pior tinha acontecido? Fosse qual fosse a razão, este foi o período mais doloroso da sua vida. Mas nunca conseguiu explicar à mãe porque se sentia tão desesperado, ou porque chorava na cama à noite.
No ano seguinte, entrou para a faculdade, onde se especializou em estudos sobre borboletas. Mas, embora os professores o tenham achado um aluno brilhante, John passou um mau bocado. Não conseguia colecionar borboletas e colocá-las em caixas com alfinetes espetados. Preferia estudá-las no seu habitat natural. Ficava doente só de ver coleções de borboletas. Acabou por ter de abandonar os estudos e continuar a trabalhar por conta própria.

Trinta anos mais tarde, John persuadiu o Congresso norte-americano a aprovar a lei do “Trilho das Borboletas”, uma lei que consagra a preservação de uma série de espaços verdes para que as borboletas-monarca possam efetuar a sua migração anual em paz.
A maioria dos investigadores considera que foi John Farrington quem salvou estas borboletas da extinção.

Um dia, quando John já era velho, e deixou de poder andar, a enfermeira que tomava conta dele levou-o até um lugar ensolarado.
─ Acha que fica bem aqui? ─ perguntou-lhe, aconchegando-lhes as pernas com um cobertor, antes de se ausentar.
John acenou afirmativamente e a enfermeira foi para dentro de casa, deixando-o a gozar o calor e o silêncio daquele espaço.
Alguns minutos depois dela se ter ido embora, uma nuvem de borboletas rodeou-o. Milhares de asas roçaram a sua face e escamas minúsculas caíram sobre os seus olhos, braços e pernas.
Com o coração cheio de alegria, John Farrington esticou as suas asas pretas e laranja… e voou dali para sempre.


Bruce Coville; John Clapp
The Prince of Butterflies
Orlando, Voyager Books, 2002
(Tradução e adaptação)

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Caros Leitores,

Gostaríamos de os convidar a participar num novo projeto que tem por título – Das Histórias aos Livros.
Os membros do Clube das Histórias têm vindo, desde há algum tempo, a dedicar-se à recolha e seleção de livros capazes de proporcionar uma reflexão sobre princípios éticos fundamentais para a nossa sociedade. Os temas presentes nesses livros giram em torno de valores como a solidariedade, a coragem, a honestidade, o respeito pela diferença, o sentido de justiça. Valores intemporais, que têm merecido, ao longo do tempo, a atenção de escritores de diversas nacionalidades.
Assim, em simultâneo com o envio das histórias, o Clube teria o maior gosto de colocar gratuitamente à disposição um conjunto de obras integrais divididas em trechos/capítulos, que seriam enviados todas as semanas.
Se estiver interessado(a) em receber semanalmente via email uma obra de leitura extensiva dividida em capítulos, basta responder a este email copiando a seguinte frase no campo do “Assunto”:

“Sim, estou interessado(a) em participar no projeto: Das Histórias aos Livros.

Com a convicção de que este novo projeto do Clube das Histórias merecerá o interesse dos nossos leitores, agradecemos desde já a atenção dispensada.

Uma vez que tivemos conhecimento de que algumas pessoas têm tido dificuldade em inscrever-se respondendo a este email, sugerimos que envie a frase de inscrição para o seguinte endereço eletrónico clubecontadores@gmail.com.



O Clube das Histórias


terça-feira, 15 de outubro de 2013

AEA manhã

AEA "Visita guiada à ETA de Lever e laboratório de produção"
ESBUC – Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica


Esperamos que tenham gostado!
Até breve!
T&T**

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Sustentabilidade é Acção: A História das Soluções

Sustentabilidade é Acção: A História das Soluções:
" A História das Soluções ( The Story of Solutions ), lançado em outubro de 2013,explora a forma como nós podemos mover a nossa economia numa direção mais sustentável e justa, começando em orientarmo-nos para uma nova meta. (...)"

A patinha e a doberman - Clube das Histórias



A PATINHA E A DOBERMAN



Embora Jessie, a nossa Doberman preta de quase quarenta quilos, tivesse um ar ameaçador — rosnava sempre que via estranhos e atacava todas as criaturas que aparecessem no pátio das traseiras — era uma cadela extremamente leal e amorosa connosco. Apesar de querermos ter um outro cão, achávamos que a Jessie estava melhor sozinha, porque tínhamos medo de que a inveja a fizesse atacar um qualquer animal que trouxéssemos para casa.
Quando, um dia, o nosso filho Ricky trouxe um ovo da escola, pressentimos que ia haver sarilho. O ovo tinha a ver com um projeto que envolvia a incubação e o nascimento de patos. Como não o ovo não abrira na escola, o professor tinha deixado trazê-lo para casa. O meu marido e eu não pensávamos que o ovo abrisse fora da incubadora, mas deixámos que o Ricky ficasse com ele. O nosso filho colocou-o num pedaço de relva ao sol e ficou à espera.
Na manhã seguinte, acordámos com um guincho bizarro vindo do pátio das traseiras. Quando fomos ver o que se passava, a Jessie tinha o focinho colado ao bico de uma patinha cor de pêssego, acabada de nascer.
— A Jessie vai engoli-la viva! — gritei para o meu marido. — Agarra-a!
Mas o meu marido disse:
— Espera. Dá-lhe tempo. Acho que vai correr tudo bem.
Quando a patinha piou, a Jessie rosnou e fugiu para a casota. A patinha seguiu-a. A cadela enroscou-se na sua cama, ignorando ostensivamente a pequena criatura. Contudo, como a pata já a tinha “adotado” como mãe, enfiou-se na cama dela e aconchegou-se debaixo do seu focinho. A Jessie bem tentou expulsá-la, mas a pata não se deixou intimidar. Com relutância, a nossa cadela lá aceitou o seu novo papel, não sem antes dar um grande suspiro. O nosso filho Ricky deu à patinha o nome de “Pêssego” e rogou-nos que a adotássemos. Embora a Jessie não mostrasse gostar de ter uma filha, também não tinha atitudes ameaçadoras para com ela, e, por isso, decidimos ficar com a patinha e dar tempo ao tempo.
 Nas semanas seguintes, e de forma surpreendente, a Jessie começou a levar a sério o seu papel de mãe. Quando a Pêssego começou a debicar o chão, a Jessie ensinou-a a escavar. Quando a Pêssego começou a perseguir bolas de ténis, a “mãe” ensinou-a a apanhá-las. E quando a Jessie se esparramava no sofá a ver o programa “Planeta Animal”, a Pêssego aconchegava-se debaixo do focinho dela. Após um ano inteiro de escavações, sonecas, e apanhadelas de bolas conjuntas, a Pêssego pesava oito quilos e parecia feliz no seu papel de “cachorrinha” da Jessie. Um dia, porém, a Pêssego deu-se conta de que era uma pata. Começou a pôr ovos uma vez por dia e tornou-se obcecada por água. Durante as refeições, enquanto a Jessie comia, a Pêssego chapinhava numa tina de água.
Certa noite, a Jessie ficou frenética porque a Pêssego desaparecera. Pensámos que tinha sido algum coiote a levá-la, enquanto a Jessie dormia. A nossa cadela ladrou e uivou, como o faria qualquer mãe angustiada que perdesse um filho. Depois de uma busca aturada pela vizinhança, decidimos desistir. Nessa altura, a Jessie correu para o pátio de um vizinho. Seguimo-la e vimos a Pêssego a tomar um bela banhoca quente numa banheira. A Jessie saltou para dentro da casa do vizinho e foi buscá-la. Por muito que quiséssemos conservar a Pêssego connosco, era óbvio que ela precisava de “abrir as asas” e de se juntar ao mundo dos patos. O Ricky atou uma fita vermelha à perna da patinha, colocou “mãe” e “filha” dentro do carro, e fomos até um lago próximo. Durante a viagem, a Jessie aninhou-se junto da Pêssego e lambeu-lhe a cabeça. Era como se soubess e exatamente o que ia acontecer e porquê.
Quando chegámos junto do lago, ambas se precipitaram para junto da água. A Jessie saltou primeiro. A Pêssego seguiu-a, num passo inseguro. Nadaram juntas durante alguns metros, até a Pêssego tomar a dianteira e se juntar a um bando de patos. A Jessie voltou para terra e sacudiu a água do corpo. Sentou-se durante alguns minutos a olhar para a “filha”. Depois, deu um latido e saltou para dentro do carro, como se dissesse “São horas de deixar a minha pequenina voar”.
De regresso a casa, o Ricky colou, na casota da Jessie, fotografias dela e da Pêssego a escavarem, a apanharem bolas e a aconchegarem-se. Durante muito tempo, após a partida da patinha, a nossa cadela foi até junto do lago. Víamos a fita vermelha da Pêssego e pensávamos ouvir também o seu grasnar a dizer-nos “Olá”. A maternidade mudou a Jessie. Outrora insociável e intimidante, cedo se tornou amiga de todos na vizinhança. Sempre que podia, ia brincar com os outros cães, e, quando tínhamos visitas, saltava para lhes lamber a cara. “Rosnar” foi algo que deixou de fazer parte do seu vocabulário.
No dia em que as tínhamos visto juntas, pela primeira vez, temeramos o pior. Nunca imaginámos que uma bolinha de pelo amansaria a nossa enorme Doberman para sempre…


Donna Griswold


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“Sim, estou interessado(a) em participar no projeto: Das Histórias aos Livros.

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O Clube das Histórias

 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

“Dia Portas Abertas” com grande adesão da comunidade local

Foi no passado dia 5 de outubro que a Águas do Douro e Paiva (AdDP) deu a conhecer à comunidade local as Estações de Tratamento de Água (ETA) de Castelo de Paiva, de Lever e o Centro de Educação Ambiental (CEA).

Sabe mais em http://www.addp.pt/pt/home.php.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Dia Portas Abertas - 05 de outubro



Águas do Douro e Paiva organiza “Dia Portas Abertas”




A Águas do Douro e Paiva (AdDP) vai abrir as portas das Estações de Tratamento de Água de Castelo de Paiva e de Lever, bem como o Centro de Educação Ambiental, no próximo dia 5 de outubro, para dar a conhecer a sua atividade às populações locais.



O “Dia Portas Abertas” é uma iniciativa inédita do Grupo Águas de Portugal e integra-se na semana da comemoração do Dia Nacional da Água (1 de outubro) e dos 20 anos do Grupo, do qual a AdDP faz parte e que tem por objetivo dar a conhecer à população local a atividade e as infraestruturas das diversas empresas. 



A Águas de Portugal foi criada em 1993 como instrumento empresarial do Estado para a gestão dos serviços de abastecimento de água e de saneamento, e integra 40 empresas que prestam serviços, direta ou indiretamente, a mais de 80 por cento da população portuguesa. Tendo-se tornado no maior grupo empresarial do setor do ambiente em Portugal.





A AdDP convida toda a população a visitar no dia 5 de outubro:

  • · Estação de Tratamento de Água de Castelo de Paiva, das 10h00 às 12h00;
  • · Centro de Educação Ambiental e a Estação de Tratamento de Água (ETA) de Lever, das 10h00 às 17h00.


As visitas à ETA de Lever têm a duração de cerca de 1 hora (caráter geral).
A participação é gratuita, no entanto carece de inscrição
Esta pode ser efetuada através do 
telefone nº: 22 763 79 82; 
endereço eletrónico: cea@addp.pt ou sandrasoares@addp.pt


Para mais informações sobre localização das infraestruturas aceda a: http://www.addp.pt/pt/dados.php?ref=contactos