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terça-feira, 15 de outubro de 2013

AEA manhã

AEA "Visita guiada à ETA de Lever e laboratório de produção"
ESBUC – Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica


Esperamos que tenham gostado!
Até breve!
T&T**

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Sustentabilidade é Acção: A História das Soluções

Sustentabilidade é Acção: A História das Soluções:
" A História das Soluções ( The Story of Solutions ), lançado em outubro de 2013,explora a forma como nós podemos mover a nossa economia numa direção mais sustentável e justa, começando em orientarmo-nos para uma nova meta. (...)"

A patinha e a doberman - Clube das Histórias



A PATINHA E A DOBERMAN



Embora Jessie, a nossa Doberman preta de quase quarenta quilos, tivesse um ar ameaçador — rosnava sempre que via estranhos e atacava todas as criaturas que aparecessem no pátio das traseiras — era uma cadela extremamente leal e amorosa connosco. Apesar de querermos ter um outro cão, achávamos que a Jessie estava melhor sozinha, porque tínhamos medo de que a inveja a fizesse atacar um qualquer animal que trouxéssemos para casa.
Quando, um dia, o nosso filho Ricky trouxe um ovo da escola, pressentimos que ia haver sarilho. O ovo tinha a ver com um projeto que envolvia a incubação e o nascimento de patos. Como não o ovo não abrira na escola, o professor tinha deixado trazê-lo para casa. O meu marido e eu não pensávamos que o ovo abrisse fora da incubadora, mas deixámos que o Ricky ficasse com ele. O nosso filho colocou-o num pedaço de relva ao sol e ficou à espera.
Na manhã seguinte, acordámos com um guincho bizarro vindo do pátio das traseiras. Quando fomos ver o que se passava, a Jessie tinha o focinho colado ao bico de uma patinha cor de pêssego, acabada de nascer.
— A Jessie vai engoli-la viva! — gritei para o meu marido. — Agarra-a!
Mas o meu marido disse:
— Espera. Dá-lhe tempo. Acho que vai correr tudo bem.
Quando a patinha piou, a Jessie rosnou e fugiu para a casota. A patinha seguiu-a. A cadela enroscou-se na sua cama, ignorando ostensivamente a pequena criatura. Contudo, como a pata já a tinha “adotado” como mãe, enfiou-se na cama dela e aconchegou-se debaixo do seu focinho. A Jessie bem tentou expulsá-la, mas a pata não se deixou intimidar. Com relutância, a nossa cadela lá aceitou o seu novo papel, não sem antes dar um grande suspiro. O nosso filho Ricky deu à patinha o nome de “Pêssego” e rogou-nos que a adotássemos. Embora a Jessie não mostrasse gostar de ter uma filha, também não tinha atitudes ameaçadoras para com ela, e, por isso, decidimos ficar com a patinha e dar tempo ao tempo.
 Nas semanas seguintes, e de forma surpreendente, a Jessie começou a levar a sério o seu papel de mãe. Quando a Pêssego começou a debicar o chão, a Jessie ensinou-a a escavar. Quando a Pêssego começou a perseguir bolas de ténis, a “mãe” ensinou-a a apanhá-las. E quando a Jessie se esparramava no sofá a ver o programa “Planeta Animal”, a Pêssego aconchegava-se debaixo do focinho dela. Após um ano inteiro de escavações, sonecas, e apanhadelas de bolas conjuntas, a Pêssego pesava oito quilos e parecia feliz no seu papel de “cachorrinha” da Jessie. Um dia, porém, a Pêssego deu-se conta de que era uma pata. Começou a pôr ovos uma vez por dia e tornou-se obcecada por água. Durante as refeições, enquanto a Jessie comia, a Pêssego chapinhava numa tina de água.
Certa noite, a Jessie ficou frenética porque a Pêssego desaparecera. Pensámos que tinha sido algum coiote a levá-la, enquanto a Jessie dormia. A nossa cadela ladrou e uivou, como o faria qualquer mãe angustiada que perdesse um filho. Depois de uma busca aturada pela vizinhança, decidimos desistir. Nessa altura, a Jessie correu para o pátio de um vizinho. Seguimo-la e vimos a Pêssego a tomar um bela banhoca quente numa banheira. A Jessie saltou para dentro da casa do vizinho e foi buscá-la. Por muito que quiséssemos conservar a Pêssego connosco, era óbvio que ela precisava de “abrir as asas” e de se juntar ao mundo dos patos. O Ricky atou uma fita vermelha à perna da patinha, colocou “mãe” e “filha” dentro do carro, e fomos até um lago próximo. Durante a viagem, a Jessie aninhou-se junto da Pêssego e lambeu-lhe a cabeça. Era como se soubess e exatamente o que ia acontecer e porquê.
Quando chegámos junto do lago, ambas se precipitaram para junto da água. A Jessie saltou primeiro. A Pêssego seguiu-a, num passo inseguro. Nadaram juntas durante alguns metros, até a Pêssego tomar a dianteira e se juntar a um bando de patos. A Jessie voltou para terra e sacudiu a água do corpo. Sentou-se durante alguns minutos a olhar para a “filha”. Depois, deu um latido e saltou para dentro do carro, como se dissesse “São horas de deixar a minha pequenina voar”.
De regresso a casa, o Ricky colou, na casota da Jessie, fotografias dela e da Pêssego a escavarem, a apanharem bolas e a aconchegarem-se. Durante muito tempo, após a partida da patinha, a nossa cadela foi até junto do lago. Víamos a fita vermelha da Pêssego e pensávamos ouvir também o seu grasnar a dizer-nos “Olá”. A maternidade mudou a Jessie. Outrora insociável e intimidante, cedo se tornou amiga de todos na vizinhança. Sempre que podia, ia brincar com os outros cães, e, quando tínhamos visitas, saltava para lhes lamber a cara. “Rosnar” foi algo que deixou de fazer parte do seu vocabulário.
No dia em que as tínhamos visto juntas, pela primeira vez, temeramos o pior. Nunca imaginámos que uma bolinha de pelo amansaria a nossa enorme Doberman para sempre…


Donna Griswold


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Caros Leitores,

Gostaríamos de os convidar a participar num novo projeto que tem por título – Das Histórias aos Livros.
Os membros do Clube das Histórias têm vindo, desde há algum tempo, a dedicar-se à recolha e seleção de livros capazes de proporcionar uma reflexão sobre princípios éticos fundamentais para a nossa sociedade. Os temas presentes nesses livros giram em torno de valores como a solidariedade, a coragem, a honestidade, o respeito pela diferença, o sentido de justiça. Valores intemporais, que têm merecido, ao longo do tempo, a atenção de escritores de diversas nacionalidades.
Assim, em simultâneo com o envio das histórias, o Clube teria o maior gosto de colocar gratuitamente à disposição um conjunto de obras integrais divididas em trechos/capítulos, que seriam enviados todas as semanas.
Se estiver interessado(a) em receber semanalmente via email uma obra de leitura extensiva dividida em capítulos, basta responder a este email copiando a seguinte frase no campo do “Assunto”:

“Sim, estou interessado(a) em participar no projeto: Das Histórias aos Livros.

Com a convicção de que este novo projeto do Clube das Histórias merecerá o interesse dos nossos leitores, agradecemos desde já a atenção dispensada.

Uma vez que tivemos conhecimento de que algumas pessoas têm tido dificuldade em inscrever-se respondendo a este email, sugerimos que envie a frase de inscrição para o seguinte endereço eletrónico clubecontadores@gmail.com.


O Clube das Histórias

 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

“Dia Portas Abertas” com grande adesão da comunidade local

Foi no passado dia 5 de outubro que a Águas do Douro e Paiva (AdDP) deu a conhecer à comunidade local as Estações de Tratamento de Água (ETA) de Castelo de Paiva, de Lever e o Centro de Educação Ambiental (CEA).

Sabe mais em http://www.addp.pt/pt/home.php.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Dia Portas Abertas - 05 de outubro



Águas do Douro e Paiva organiza “Dia Portas Abertas”




A Águas do Douro e Paiva (AdDP) vai abrir as portas das Estações de Tratamento de Água de Castelo de Paiva e de Lever, bem como o Centro de Educação Ambiental, no próximo dia 5 de outubro, para dar a conhecer a sua atividade às populações locais.



O “Dia Portas Abertas” é uma iniciativa inédita do Grupo Águas de Portugal e integra-se na semana da comemoração do Dia Nacional da Água (1 de outubro) e dos 20 anos do Grupo, do qual a AdDP faz parte e que tem por objetivo dar a conhecer à população local a atividade e as infraestruturas das diversas empresas. 



A Águas de Portugal foi criada em 1993 como instrumento empresarial do Estado para a gestão dos serviços de abastecimento de água e de saneamento, e integra 40 empresas que prestam serviços, direta ou indiretamente, a mais de 80 por cento da população portuguesa. Tendo-se tornado no maior grupo empresarial do setor do ambiente em Portugal.





A AdDP convida toda a população a visitar no dia 5 de outubro:

  • · Estação de Tratamento de Água de Castelo de Paiva, das 10h00 às 12h00;
  • · Centro de Educação Ambiental e a Estação de Tratamento de Água (ETA) de Lever, das 10h00 às 17h00.


As visitas à ETA de Lever têm a duração de cerca de 1 hora (caráter geral).
A participação é gratuita, no entanto carece de inscrição
Esta pode ser efetuada através do 
telefone nº: 22 763 79 82; 
endereço eletrónico: cea@addp.pt ou sandrasoares@addp.pt


Para mais informações sobre localização das infraestruturas aceda a: http://www.addp.pt/pt/dados.php?ref=contactos





quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Clube das Histórias: A Menina Coração de Pássaro

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A Menina Coração de Pássaro



Era um pássaro e era uma menina. Um pássaro de árvore de Natal que tinha perdido a mola e a vassoura, brilhante, do rabo. E uma menina, sonhadora e solitária, que falava com as flores e sabia o coração das coisas.
Como o pássaro não tinha voltado a entrar na caixa das bolas e das grinaldas prateadas, ficado por feiura ao abandono, a menina levara-o para o seu quarto. Nessa noite, aconchegou-o num gorro de lã, que virou em jeito de ninho, e lá o deixou com o biquinho de fora, para que pudesse respirar a fofidão das sombras e bebesse, pela manhã, o nascimento da luz.
O pássaro conservava o seu branco lunar, prateado e vidrento, e uma cor caramelada que se repetia no bico e nas asas. Só lhe faltava um rabo. E a menina deu-se, por tarefa, procurar-lho.
Ao outro dia, mal se levantou, pôs-se em campo e, depois de buscas aturadas por cantos e recantos, encontrou uma peninha fofa dum chapéu de palhaço e um feixe de hastes longas que dormiam num antigo baú. Misturada a peninha arfada, sopro de respiração verde e musguenta, às hastes flexíveis, como ervas tenras de primavera, mas dum vermelho palpitante e sanguíneo, o efeito era surpreendente! Tinha o que precisava.
Com muito cuidado, a menina tirou do ninho o seu protegido e com uma fita adesiva, colou-lhe o novo e sumptuoso rabo.
Magicamente, o pássaro transformou-se. Deviam ser assim as aves do paraíso. Eram com certeza. O corpo lunar recolhia, agora, todos os reflexos da luz da manhã clara e devolvia-os, numa brita lantejoulada, de arco-íris. E a menina pôs-se a amá-lo tanto que sempre que o seu coração anoitecia entrava no corpo luarento e espelhado e voava pela janela.

Que estranhas eram as noites! E que bom era voar! Não havia limites: tudo era amplo, liberto, sem fim. Espaços ora sombrios e nevoentos, ora floridos de estrelas, sucediam-se num deslumbramento. Aos pontos luminosos da noite, respondiam outros pontos, luminosos, na Terra. Eram as casas, os navios, as cidades dos homens que, vistas assim de cima, pareciam enormes teias de aranha, preciosamente orvalhadas. Os faróis dos carros, os comboios riscando as trevas, semelhavam estrelas cadentes. E a menina aventurava-se cada vez mais e mais. Subia e respirava aquela liberdade única: a do sonho. E, duma vez, chegou às estrelas – que incendiavam o azul com seus ramos de fogo.
Num cantinho, ao deslado, estava uma estrelinha que se pôs a piscar os olhinhos, num convite mudo, mas insistente. E a menina aproximou-se com o seu estranho corpo de pássaro.
— Quem és? — perguntou a estrela. — Aqui só nos chegam os satélites dos homens. Nunca te vi.
— Não sei bem como explicar-te — atrapalhou-se a menina. — Sou pássaro e sou menina… Ou melhor, sou uma menina coração de pássaro.
— Complicado, mas bonito. Vem-me fazer companhia! Estou tão cansada de ser estrela!
Então a menina coração de pássaro, já afoita e confiante, pousou-lhe num dos ramos.
— Como podes estar cansada de ser estrela?! — censurou. — A Terra desdobra-se a teus pés, com um imenso mapa e vês a lua a mirar-se nas águas. Tu mesma lá estás dobrada como se tivesses uma irmãzinha gémea. Não gostas de te ver ao espelho?
— Todas as noites em frente de um espelho é um pouco cansativo, não achas?
— Não sei… Só sei que invejo a tua sorte, estrelinha! — suspirou a menina. — Daqui vês a Terra apertada no anel, movente, das águas. Não há nada mais belo, nem mais vasto que o mar!
— Como te enganas! Estou aqui há milhares de anos e posso dizer-te que mais vasto que o oceano é o sofrimento dos homens…
— Como pode isso ser?! — perguntou, afligida, a menina.
— O egoísmo tornou-os tão alheios e isolados que um rosto se tornou uma parede para outro rosto. Os ricos vivem longe dos pobres, ensurdecidos à dor e à miséria. Os países fecham-se, por fronteiras, e esmagam-se através de guerras e chacinas. Aqui, não me chegam os perfumes da Terra, nem a mutação, colorida, das estações. Daqui, o teu planeta é habitado por gritos e banhado por um oceano de lágrimas…
— Com toda a beleza da Terra?!
— Com toda a beleza da Terra — confirmou a estrela. — A beleza é igualada pelo sofrimento e é ele que a torna tão necessária, frágil e preciosa.
— Porquê?! Porquê?! Explica-me, estrelinha, para ver se entendo!
— Os homens deixaram-se dominar pelas máquinas que inventaram. Tornaram-se peixes e pássaros monstruosos, criaram astros artificiais. Mas não aprenderam a viver, lado a lado. E o oceano das lágrimas cresce sem cessar.
— É terrível o que me dizes. Já chorei algumas vezes — confessou a menina — mas, agora é como habitar uma lágrima. Como poderão os homens reencontrar o caminho da felicidade?
— Quem me dera sabê-lo!... Talvez precisem de uma nova imaginação, uma imaginação que não seja mecânica como a que os tornou poderosos, mas lhes secou o coração, entendes?
— Não sei bem… — respondeu, pensativa, a menina. — Quando eu era mais pequena, nos dias em que não havia sol, sentia-me muito triste e infeliz, como uma flor que não pudesse espreguiçar as suas pétalas. Desolava-me, murchava. Até que um dia imaginei que uma rosa gigante e mágica cobria o sol. E com aquela beleza imaginada me consolava. Será uma imaginação assim que faz falta aos homens?

(…)
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Caros Leitores,

O Projeto Clube das Histórias: Abrir as portas ao sonho e à reflexão, tem vindo, ao longo dos anos, a difundir-se de uma forma significativa não só em Portugal como também no Brasil e nos países africanos de língua portuguesa. No sentido de assegurar a sua continuidade, foi constituída uma equipa pedagógica formada por professores de vários grupos disciplinares e provenientes de diversos estabelecimentos de ensino, que têm a seu cargo a seleção, preparação e envio gratuito de uma história semanal por correio eletrónico.


O Clube das Histórias visa assim promover a literacia, contribuindo para o gosto pela leitura de pequenos contos que podem fazer a diferença no mundo de hoje, contos esses que convidam não só a refletir como a sonhar…. As histórias, que são selecionadas em função do conteúdo ético e simbólico, permitindo deste modo uma reflexão sobre os princípios fundamentais da sociedade atual, abordam temas relacionados com as vivências individuais e coletivas, e transmitem valores como a solidariedade, a justiça, a generosidade, o amor, o respeito por si próprio e pelos outros, a delicadeza, a responsabilidade, entre muitos outros.

Pode visitar o nosso blogue http://contadoresdestorias.wordpress.com onde irá encontrar histórias sobre os mais diversos temas, atividades pedagógicas múltiplas e textos de reflexão.
E é sempre com muito gosto que lhe enviamos gratuitamente, em cada semana, histórias que o farão sorrir e pensar…
BOAS LEITURAS!

A Equipa Coordenadora do Clube das Histórias

ac@contadoresdehistorias.com
 clubecontadores@gmail.com

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Clube das Histórias

Projeto: Abrir as portas ao sonho e à reflexão

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Caros Leitores,

Gostaríamos de os convidar a participar num novo projeto que tem por título – Das Histórias aos Livros.
Os membros do Clube das Histórias têm vindo, desde há algum tempo, a dedicar-se à recolha e seleção de livros capazes de proporcionar uma reflexão sobre princípios éticos fundamentais para a nossa sociedade. Os temas presentes nesses livros giram em torno de valores como a solidariedade, a coragem, a honestidade, o respeito pela diferença, o sentido de justiça. Valores intemporais, que têm merecido, ao longo do tempo, a atenção de escritores de diversas nacionalidades.
Assim, em simultâneo com o envio das histórias, o Clube teria o maior gosto de colocar gratuitamente à disposição um conjunto de obras integrais divididas em trechos/capítulos, que seriam enviados todas as semanas.
Se estiver interessado(a) em receber semanalmente via email uma obra de leitura extensiva dividida em capítulos, basta responder a este email copiando a seguinte frase no campo do “Assunto”:
 

“Sim, estou interessado(a) em participar no projeto: Das Histórias aos Livros.”

Com a convicção de que este novo projeto do Clube das Histórias merecerá o interesse dos nossos leitores, agradecemos desde já a atenção dispensada.

Uma vez que tivemos conhecimento de que algumas pessoas têm tido dificuldade em inscrever-se respondendo a este email, sugerimos que envie a frase de inscrição para o seguinte endereço eletrónico clubecontadores@gmail.com.