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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 86

E aqui fica a prova que a agricultura que se pratica aqui no CEA é biológica: joaninhas.


JoaninhaVoavoa


«Ultimamente tem-se vindo a falar cada vez mais em agricultura biológica. Mas isto da “biológica” não é nada de novo, só mesmo o nome, pois já é praticada desde os tempos mais antigos, mas só relativamente à umas décadas é que se começou a ouvir a “biológica”.
A Agricultura Biológica consiste em alguns objectivos e princípios, tais como determinadas práticas comuns de forma a minimizar o impacto humano sobre o ambiente e assegurar que as plantações funcionem da forma mais natural possível, através do uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos em detrimento da utilização de materiais sintéticos (adubos e fertelizantes químicos, insecticidas, etc.).
Podemos proteger as nossas plantações com insecticidas biológicos. Botões, rebentos, folhas e raízes de algumas plantas podem ser utilizados como um método seguro para combater muitos insectos. Em alguns casos basta apenas cultivar essas mesmas plantas nas nossas terras e quintais junto das culturas.
Podemos utilizar, por exemplo, malmequeres, crisântemos e outras plantas da família das asteráceas para afugentar alguns insectos. Os Cosmos, os coreopsis e muitas outras ervas também servem para repelir os insectos. A planta chamada Tanásia serve para repelir as formigas, e muitos agricultores biológicos (orgânicos), usam-na perto de casa para combater as infestações de formigas.
Inclusivamente podemos usar a típica “joaninha” para combater pragas de piolhos nas hortas, pois estas devoram estes piolhos, no entanto esta forma de combate funciona melhor em estufas, uma vez que as joaninhas ficam retidas dentro da estufa.
Também podemos recorrer a repelentes naturais, tais como as folhas das cucúrbitas (abóboras e mogangos, sim mogangos!) que servem como repelentes de moscas. Depois de cortadas e esmagadas nas costas e nas cabeças do gado, estas folhas servem para repelir as moscas, sendo este método orgânico bastante eficaz. As folhas de menta também funcionam bastante bem como repelentes contra pulgas e moscas, bastando apenas colocar ramos de folhas por cima das portas e junto dos animais.
De uma forma geral as práticas correntes usadas na agricultura biológica passam por:
  • Fazer rotação de culturas, como um pré-requisito para o uso eficiente dos recursos locais;
  • Limitar ao máximo o uso de pesticidas e fertilizantes sintéticos, de antibióticos, aditivos alimentares e auxiliares tecnológicos, e outro tipo de produtos;
  • Não usar de forma alguma organismos geneticamente modificados;
  • Aproveitar os recursos locais, tais como o uso do estrume animal como fertilizante ou alimentar os animais com produtos da própria exploração;
  • Escolher e espécies vegetais e animais resistentes a doenças e adaptadas às condições locais;
  • Criar de animais em liberdade e ao ar livre, fornecendo-lhes alimentos produzidos segundo o modo de produção biológico;
  • Usar práticas de produção animal apropriadas a cada espécie.»
 Por Tiago Ramalho em http://interessespessoais.com/jardim/o-que-e-agricultura-biologica/.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Encontrei esta notícia na internet. Já passou de data (!), mas não quis deixar de a colocar aqui no blog.
Viva a Permacultura!

«Águas do Douro e Paiva
Ambiente também é fator de inclusão social
No âmbito do projeto “Permacultura no CEA”, o Centro de Educação Ambiental da Águas do Douro e Paiva recebe, no dia 5 de junho, a visita da APPC- Associação do Porto para a Paralisia Cerebral para um piquenique e abordar os resultados do projeto que passou pela “sementeira em cama elevada” que consiste na disponibilização de terreno de plantio adaptado para deficientes motores. No mesmo dia, a CerciLamas - Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Santa Maria de Lamas realiza a ação de educação ambiental “O Topas e a Tupilde explicam-te o que é a permacultura”.A Permacultura é um conceito criado, em meados dos anos 70 pelos ecologistas David Holmgren e Bill Mollinson, para descrever um “sistema integrado de espécies animais e vegetais perenes ou que se perpetuam naturalmente e são úteis aos seres humanos”. A permacultura é um método usado para planear, atualizar e manter sistemas de escala humana ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis. Para tal são aplicados, de forma criativa, 12 princípios integrando plantas, animais, construções e pessoas num ambiente produtivo, estético e em harmonia. Dentro deste projeto são realizadas variadas atividades em que os visitantes podem participar, aliando-se como voluntários.»

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 85

E nas pesquisas que fizemos, achamos que a cobrita que encontramos é a Coronella austriaca.
«A Cobra lisa austríaca (Coronella austriaca) é uma cobra inofensiva, encontra-se normalmente no norte e centro da Europa.
Esta cobra é rara em Portugal, prefere as regiões montanhosas do norte e centro do país. É relativamente agressiva quando incomodada, é activa tanto de dia como de noite. Alimenta-se de micro-mamíferos, lagartos e outras cobras.»
Retirado de Wikipedia.

No Guia FAPAS "Anfíbios e Répteis" de Portugal, podemos ler as características principais deste réptil e é muito engraçado perceber como todas se encaixam nesta amiguinha. 


ADENDA (19/10/2012):

Deixaram-nos comentários e emails, dizendo que a cobra é a Malpolon monspessulanus, de nome comum cobra rateira.

Perigosa a moça! «Já que quando ameaçada, pode tornar-se agressiva, erguendo a região anterior do corpo, soprando e chegando a morder. Produz um forte veneno de características neurotóxicas. No entanto, não é perigosa para o Homem, já que se trata de uma espécie opistoglifa

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 84

LaFora_dia84

Lá fora aos passinhos.
Cogumelos a comer e outros nem os ver!
Fezezinhas de algum animal que come sementes e uvas.
Prelimpimpim faz a teia com a água.
E as maçãs são boas para comer.
Só falta a mini-borboleta.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 82

Que filme!
Um filme de cobras que tivemos que louvar a deus!

Bom, na verdade, por mais pequenina que esta cobra fosse (e ainda não a conseguimos identificar) meteu medo ao susto! Além de atacar a Raquel, ainda lhe bufou!

cobritaTsssssssssss


LouvaNosoNossoSenhor

E ainda vi uma coisa caricata: o rasto de um bicho carpinteiro e de uma minhoca. Tão pequeninos e tão baralhados... se não, vejam as voltas que eles deram:

Rastos

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 80

Dia de visitas!
Um milípede assustadiço, mas personagem principal de uma curta-metragem.

«Diplópode (ou diplópodo, milípede ) é qualquer organismo da classe Diplopoda do filo dos Artrópodes que inclui os embuás, piolhos-de-cobra e gongôlos (no sul de Moçambique, congolote). São vulgarmente conhecidos em Portugal por maria-cafés (na Madeira por bichos-de-vaca ou vacas pretas).
São animais herbívoros (Diferentemente dos Quilópodes) e detritívoros, isto é, se alimentam de detritos, como matéria vegetal morta. Quando se sentem ameaçados, os diplópodes enrolam-se, fingindo-se de mortos. Em outras situações, eliminam substâncias repelentes que afastam predadores, como o cianeto de hidrogênio. O corpo dos diplópodes é dividido somente em cabeça pequeno tórax e um longo abdome segmentado.
Possuem um corpo cilíndrico, com um par de antenas, olhos simples e dois pares de patas locomotoras por segmento (que podem variar de 20 a 100) e seu sistema respiratório é traqueal. Sua reprodução é sexuada. Todos os diplópodes são ovíparos.
Os Diplópodes antigamente pertenciam à classe dos Miriápodes, junto com os Quilópodes, porém não são mais colocados juntos nessa classificação. As diferenças entre as duas novas classes são que Quilópodes tem forcípulas (que inoculam veneno), Diplópodes tem antenas; Quilópodes são carnívoros, Diplópodes são herbívoros; Diplópodes são cilíndricos,Quilópodes são achatados; Quilópodes tem 1 par de patas por segmento, Diplópodes tem 2 pares de patas por segmento.»
Do Wikipedia





Foi a nossa visita de ontem!


Milipede

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA - dia de doces solares

Dia 79

Teríamos feito bolo de lagarto?
Ou o lagarto veio comer o bolo?

Ora, o forno solar é tão quentinho que o lagarto só se veio aquecer e o bolo é de chocolate... crocante por fora e fofinho no interior. Sem ovos e sem leite - vegano. Querem a receita?
Aqui fica:

«1 e 1/4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1/3 xícara de cacau em pó sem açúcar
1 colher chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal
1 xícara de água quente (pode utilizar 1 xícara de café já preparado, também quente, para dar um sabor mais encorpado)
1/3 xícara de azeite»
É só misturar tudo e levar ao forno.
Com este sol pouco quente e com 15 minutos de forno quente, levou cerca de 3 horas a ficar pronto.
E que bom que está!

BolinhoSolar_dia79

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Uma opinião sobre o tratamento de água... em tempos de necessidade

«(...)Sou absolutamente contra a compra de garrafas e bombonas de água mineral. Primeiro porque não acredito que esta água seja melhor que a da minha torneira: quem me garante? Ao contrário, sempre penso que pode ser PIOR, contendo no mínimo musgos, resíduos químicos da pet e sua lavagem e por aí vai... Segundo porque não desejo sustentar esta indústria selvagem de embalagens pet e de mineração desenfreada, que me induz a pensar: se a água está escassa ou contaminada, tenho dinheiro para comprar a água engarrafada. Na verdade, com este pensamento-comportamento ‘tenho dinheiro’ e compro água, estamos criando um grande desastre ecológico, quando mudamos o fluxo natural das águas subterrâneas, lençóis e córregos, ao sermos compradores desta ‘indústria selvagem’, 100% antiecológica, da água mineral. Só extraem, VENDEM e não colocam NADA... Tenho lido sobre comunidades inteiras que viviam tranquilas em suas propriedades agrícolas e que, ao ganharem de vizinhos uma ‘indústria de água mineral’ estão vivendo secas e enchentes jamais registradas. Ou seja, as extrações extrapolam o ritmo da natureza e, acabaram com a vida destas pessoas e toda a sua produtividade... Fica assim: quanto mais compro água engarrafada, menos água naturalmente potável, mais preciso comprar água, mais pessoas em condições miseráveis. Quem está provocando tudo isso? Quem vende ou quem compra? Os dois, é claro. Fora isso, para transportar litros e litros de água engarrafada há um custo ELEVADÍSSIMO e, dá-lhe gás carbônico na atmosfera! Assim, esta técnica de desinfecção da água é a que uso para produzir minha água ‘solarizada’, apesar de ser uma pessoa privilegiada de ter água encanada em minha casa. Mas até quando será assim? Bem, primeiro uso um filtro de barro (ou talha), que higienizo esfregando cascas de limão (por fora e por dentro) cada vez que o lavo (semanalmente). Outra boa opção é aquele filtro de carvão ativo (de parede). Depois de filtrada passo para garrafas de vidro e as coloco para solarizar. Nesta solarização, mesmo que a água inicialmente não tenha microorganismos patógenos, elimina-se também gases nefastos que possam haver como cloro, flúor, resíduos do tratamento, etc. desde que não usemos a tampa...
A Solarização que desinfeta
A simplicidade da ideia de usar os raios solares para a desinfecção da água tem aquele toque de gênio que faz com que todos queiram saber porque nunca se pensou nisso antes. Certamente parece ser mais prático para uma boa dona de casa do Terceiro Mundo deixar algumas garrafas de água no sol por um dia, do que usar lenha valiosa e cada vez mais escassa para fervê-la. O método consiste em deixar a água ou a solução para reidratação oral no sol durante várias horas, em recipientes de vidro incolor ou de plástico transparente (1). O método também é eficaz em dias parcialmente nublados, embora seja então necessário mais tempo de exposição. Os autores (2-3) sugerem que - para maior segurança e para evitar a necessidade de medição precisa - as donas de casa devem ser aconselhadas a expor a água desde a manhã até o final da tarde. A água pode, então, ser armazenada no mesmo recipiente por um ou dois dias. Fontes: UNICEF e Wilkipédia O livro-manual Solar disinfection of drinking water and oral rehydration solutions (Desinfecção solar de água potável e de soluções para reidratação oral) de Aftaim Acra e outros, se dirige ao pessoal de atenção primária e aos envolvidos em programas nacionais de controle da diarréia. É particularmente adequado para pessoas com boa escolaridade, pois o pessoal do campo, se de baixa escolaridade, pode achar a linguagem um pouco difícil e algumas expli­cações teóricas desnecessárias ou confusas. Desinfecção solar da água ou SODIS (SOlar water DISinfection) é um método de desinfecção da água de baixo custo que utiliza o raios ultravioleta (UV) do SOL e garrafas de vidro ou plásticas do tipo pet (recicladas) transparentes. Segundo trabalhos de pesquisa o método inativa as seguintes bactérias: Escherichia coli, Vibrio cholerae, Streptococcus faecalis, Pseudomonas aeruginosa, Shigella flexneri, Salmonella typhi, Salmonella enteritidis,Salmonella paratyphi e alguns vírus, tais como: bacteriófago f2, rotavírus, vírus da encefalomiocardite, e oocistos de Cryptosporidium SP. O efeito da luz solar sobre vibriões de cólera, vírus e cistos amebianos não foi estudado. Embora possa ter algum efeito sobre os dois primeiros, é menos provável que possa matar amebas. Mas, o principal objetivo do método consiste em remover os agentes patogênicos que podem se multiplicar na solução de reidratação oral e a chance de isto acontecer com as amebas é pequena. Uma questão mais séria, ainda sem resposta, diz respeito à eficácia do método em água turva, porque a luz solar é dissipada e as bactérias podem ser prote­gidas por partículas sólidas. Neste caso, o recomendável seria filtrar esta água com um sistema de pedras, seixos e areia. Saiba mais em Bendita Água. Vejamos os efeitos atribuídos à radiação que contribuem para a inativação de microorganismos patogênicos: - Raios UV-A - interferem diretamente com o metabolismo e destroem as estruturas celulares das bactérias. - Raios UV-A (320-400 nm) - reagem com o oxigênio dissolvido na água e produzem formas altamente reativas de oxigênio (radicais livres de oxigênio e peróxidos de hidrogênio), que acredita-se causem danos aos patógenos. - A radiação infravermelha (IV) aquece a água. Se a temperatura da água sobe acima de 5) graus Celsius, o processo de desinfecção é três vezes mais rápido. - Alguns autores atribuem também como fator de inativação bacteriana o efeito ocasionado pela temperatura, radiação e anaerobiose da água. Neste caso, o O2 (oxigênio) transforma-se em O3 (ozônio). Escreveu o Prof. David Morley, do Instituto de Saúde Infantil de Londres, no Lancet Journal em setem­bro de 1958: é difícil obter água potável após um desastre natural como uma enchente ou um terremoto. Existe uma maneira de purificar a água que poderia ser facilmente utilizada em países tropicais. Quando ocorre uma catástrofe, as pessoas pre­cisam ser encorajadas a expor o suprimento de água ao sol da manhã, em tigelas abertas, garrafas de plástico, vidro transparente ou até mesmo em sacos plásticos. A exposição feita em garrafas colo­ridas (com exceção da cor azul clara) é bem menos eficiente. Durante a noite esta água purificada esfria dentro de casa, tornando-se uma fonte rela­tivamente limpa de água potável para o dia seguinte - sem necessidade de assistência "internacional". (1) Quando coloquei este artigo da UNICEF não imaginei ser necessário escrever esta observação. Entretanto, me parece que algumas pessoas não perceberam que esta técnica foi desenvolvida para resolver problemas sérios de sobrevivência de comunidades carentes ou em situações emergenciais. Ou seja, É ÓBVIO que o uso de garrafas pet ou sacos plásticos não é o ideal, mas o POSSÍVEL. Aliás, comento sobre isso na abertura. Então, melhor descontaminar a água de patógenos que são mortais, do que se preocupar com toxinas que são liberadas na água embalada em materiais plásticos. Tudo tem hora e, existem momentos na vida que é preciso fazer escolhas. Incluso, porque esta tarefa de solarizar as águas em geral fica nas mãos das crianças, que além de não terem forças para carregar garrafas de vidro (bem mais pesadas), ainda correm o risco de deixá-las cair, quebrar e causar acidentes graves.»

Retirado daqui: http://www.docelimao.com.br/site/terapias/1263-agua-solarizada-a-cromoterapia

«Bendita ÁGUA
A água é um elemento essencial à vida e à purificação dos que habitam a Terra — homens, animais e vegetais. Mais de 65% do orga­nismo humano é composto por água, e de modo aproximado, pode-se dizer que 55% dela vai para o interior das células, 7,5% para o plasma sanguíneo, 20% para a linfa (encontrada nos espaços entre as células), 2,5% para o líquido crânio sacral (que irriga o cérebro e a medula) e para o fluido dos olhos e dos ouvidos, 7,5% para os ossos e 7,5% para o tecido conjuntivo (que separa, protege e sus­tenta os diversos órgãos).
Desde a Antiguidade é conhecido o potencial renovador e curativo da água. Ela exerce efeitos terapêuticos não apenas interna, mas também ao ser usada externamente em banhos e compressas. Combate as mais variadas doenças, dores, traumatismos, e auxilia no tratamento de distúrbios emo­cionais. Além de revita­lizar, a água possibilita maior circulação de energias curativas.
A água é elemento fundamental não só à própria vida, mas à saúde física e psíquica. É, por excelência, veículo para condução e armazenamento de cargas elétricas e magnéticas, tanto construtivas quanto destrutivas:
  • Quando pura, conduz energias universais de vitalidade, transformação, sutilização e elevação;
  • Quando poluída, é meio de proliferação de microorganismos, doenças e vibrações inferiores.
Como na filosofia da Alimentação Desintoxicante, a água é uma ferramenta de limpeza e sutilização do corpo físico. Quanto melhor hidratado está um organismo, mais desintoxicado ele será, menos denso, menos lastros, mais leveza, mais aliviada permanecerá cada célula, órgão ou sistema.
Contudo, a falta de maior entendimento do homem sobre a necessidade de interação harmoniosa com a natureza tem posto em risco essa fonte de saúde e vida, bem como todo o planeta. Muito embora alguns tenham despertado para isso, a grande maioria permanece inconsciente, e o que em geral se vê é falta de respeito para com esse sagrado líquido. A destruição paulatina do meio ambiente, incluindo o desmatamento, a contaminação das nascentes, dos rios, dos lagos e dos oceanos, provoca desequilíbrios de graves proporções, que o homem se tem negado a considerar.
O mau uso que fazemos da água, desperdiçando-a e sujando-a desnecessariamente, interfere no equilíbrio do reino mineral e também no equilíbrio deste com outros reinos da natureza. Urgente seria todos aprenderem a usar a água corretamente, mas há bem poucos sinais de que isso vá acontecer em âmbito global. No entanto, já existem aqueles que estão mais conscientes e estão dispostos a agir de maneira construtiva. Nunca se sabe que repercussões isso pode ter, pois a natureza é pródiga em respostas, embora nem sempre as dê de imediato.
Segundo Peter Russel em O despertar da Terra (Editora Cultrix), chegará um momento de massa crítica, quando o nível de consciência chegará a um ponto, onde as mudanças planetárias serão analógicas, ou seja, transcenderão a lógica da previsibilidade cartesiana. E, para esta massa crítica ser alcançada algumas atitudes básicas são indispensáveis:
  1. Conservar as nascentes, protegê-las do desmatamento, da contaminação e de lixos de qualquer espécie.
  2. Plantar mais árvores e evitar a destruição das existentes.
  3. Não jogar lixo e materiais no mar, tampouco em lagos, rios e riachos.
  4. Ser grato à natureza, que se doa incondicionalmente.
  5. Usar a água sem desperdício.
Muitos dizem: "Se a grande maioria não se importa com o que está acontecendo no planeta e não adota essas atitudes, se as águas continuam sendo poluídas por esgotos, pela mineração, por detritos industriais e outras substâncias, adianta fazer alguma coisa? Minha ação é insignificante".
Em vista disso, lembramos aqui a fábula do beija-flor que uma vez, em meio a um incêndio florestal, ia ao rio, pegava um pouquinho de água no bico e voava em direção ao fogo. Lá chegando, lançava aquela água sobre as chamas e retornava ao rio para buscar mais. Havia feito esse trajeto centenas de vezes, quando outra ave lhe disse: "Não percebe quão inútil é esta sua atitude? Já viu a proporção do incêndio? Você nunca vai conseguir apagá-lo!"
Ao que o beija-flor respondeu com serenidade: "Estou fazendo minha parte. Se cada um fizer a sua, em poucas horas o incêndio estará contido".
Além dos efeitos práticos que podem advir dessa conscientização, jamais poderemos avaliar a repercussão de um simples ato de amor, aparentemente inútil.
Como produzir sua água potável
Seria bom beber água sem impurezas e com pouca quantidade de sais. Água saudável é a que conserva sua energia natural, ou seja, é a rica em oxigênio livre, à semelhança da água de cachoeira, onde existe agitação e forte atrito das partículas.
Do ponto de vista prático, devem-se conhecer as características de uma água potável e as de uma água contaminada. A água potável é clara, limpa e sem cheiro, dissolve bem o sabão, cozinha bem os alimentos e não causa sensação de peso no estômago após ingerida. A água contaminada tem características opostas. Podem-se notar dejetos humanos, restos de animais ou resíduos industriais por perto de onde é colhida. Tal é o caso das águas próximas de estábulos, pântanos, fossas e terrenos poluídos. A má conservação de encanamentos e reservatórios ou a grande quantidade de algas na superfície também são indício de contaminação.
Quando se percebe o risco de uma água estar contaminada por bactérias e microorganismos, pode-se filtrá-la e depois fervê-la por 15 a 30 minutos. Após fervida, é bom vertê-la de uma vasilha a outra, várias vezes, para oxigená-la.
A água de torneira permanece muito tempo nos reservatórios municipais e residenciais, perdendo assim o oxigênio livre. Além disso, costuma ser submetida a "tratamentos" em que lhe são acrescentadas substâncias químicas prejudiciais à saúde, embora oficialmente consideradas aceitáveis. Na maioria das vezes já não tem valor vital.
É recomendável usar filtros caseiros para purificar essa água, embora não seja garantido que a deixem com melhor qualidade. Esses filtros apenas retiram as partículas de argila e outros macroelementos da água, mas não eliminam dela o cloro, os sulfatos, os defensivos agrícolas, os poluentes industriais e domésticos, as bactérias, e tampouco lhe devolvem o oxigênio perdido. Qualquer filtro deve ser lavado periodicamente para evitar focos de cultura bacteriana.
Um recurso para purificar melhor a água a ser bebida é criar um filtro mais eficiente. Pode-se, para isso, reunir carvão, areia e cascalho.
Filtro de carvão, areia e cascalho
Existe uma febre de comprar água mineral naqueles garrafões plásticos de 20 litros. Sem dúvidas, este é um super negócio.
Existe um outro grande negócio, que são os inúmeros tipos de filtros de água, sempre onerosos: um modelo para cada tipo de bolso.
No caso dos garrafões, pouco temos garantias de que aquela água é realmente potável e melhor que a água tratada de sua cidade. E pior, estamos incentivando a produção de toneladas de garrafões plásticos, que finalmente irão terminar em mais lixo não reciclável para o planeta. E, por último, chegará um dia em que ter dinheiro para comprar água não será suficiente.
Portanto, sugiro que aprendamos a tratar nossa água de cada dia desde já. Veja como é simples:
Fazer um orifício próximo à base de um garrafão e adaptar ali uma torneira bem vedada com arruelas de borracha e cola de silicone; a torneira deve ser precedida de uma pequena rede à guisa de peneira. (Eu usaria um filtro de barro para tal construção.)
  1. Utilizar pedras ou cascalhos arredondados, de mármore, de cristais de quartzo ou de rocha; devem ser separados conforme por tamanho.
  2. Utilizar carvão vegetal puro (encontrado em lojas especializadas em aquários e filtros).
  3. Utilizar areia grossa e areia fina, previamente lavadas e esterilizadas. Para isso, deixá-las em fervura durante 20 minutos.
  4. Proceder a acomodação das camadas dos componentes, iniciando-se com as mais grossas e passando às mais finas, alternando carvão e cascalho. As camadas devem ter em torno de cinco centímetros de espessura; é preciso acomodá-las com cuidado, socando-as bem.
  5. Fazer a água de um filtro comum doméstico penetrar na parte superior do garrafão; enchê-lo, mantendo a torneira de saída fechada.
  6. Deixar o garrafão cheio durante uma hora e depois abrir a torneira de saída, mantendo a de entrada também aberta. Permitir que a água corra livremente por mais uma hora, para acomodar bem as camadas. 
No começo a água pode ficar com gosto de carvão, mas após alguns dias seu sabor será excelente; não sairá escura, mas cristalina. O material deve ser trocado quando o gosto da água se tornar de novo semelhante ao de água de torneira, o que, no entanto, pode demorar vários meses a acontecer.
Ao passar por esse filtro, a água é bem oxigenada porque se choca com muitos obstáculos, embora não chegue a ficar tão rica em oxigênio livre quanto a natural. Não é totalmente purificada, mas perde mais de 80% dos agentes estranhos.
E, para vitalizar ainda mais sua água:
  • Acrescente ramos de ervas frescas.
  • Coloque cristais como quartzo branco, malaquita ou hematita.
  • Coloque música clássica ou new age ao lado do filtro.
Texto extraído e adaptado (por Conceição Trucom) dos livros:
Ação Imediata em Emergências – Fabian Missiano – Editora Cultrix/Pensamento
O Despertar da Terra - Peter Russel - Editora Cultrix»

Retirado daqui: http://www.docelimao.com.br/site/planeta-terra/274-bendita-agua-.html

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Respigar - estamos na época!

eu respigo
tu respigas
ele respiga
nós respigamos
vós respigais
eles respigam

Significado de Respigar

v.i. Apanhar no campo as espigas que aí ficaram após a colheita.
Rebuscar.

Lista de Eco-aldeias em Portugal

(retirado de http://cultivarbiodiversidade.blogspot.pt/2012/09/lista-ecoaldeias-em-portugal.html)

http://cantinhoverde.blogspot.pt/p/lista-ecoaldeias-em-portugal.html


Ecoaldeias, eco-comunidades, eco-quintas: que tipo de comunidades existem em Portugal?

Em Portugal, existe apenas uma ecoaldeia no sentido real do termo, Tamera (Odemira) com cerca de 100 habitantes permanentes, a grande maioria dos quais de nacionalidade estrangeira. Várias das eco-quintas e eco-comunidades abaixo indicadas são quintas biológicas, quase todas criadas por casais estrangeiros, que acolhem voluntários temporários (woofing), e alguns habitantes permamentes, formando grupos que variam entre os 2 e os 10 indivíduos (alguns dos quais portugueses)Alguns destes projectos aspiram a transformar-se em ecoaldeias como o projecto Fortuna Verde (Mondim de Bastos), a Quinta da Cabeça do Mato (Tábua) ou a Terramada (Castro Marim), . Em relação a projectos criados por jovens portugueses, o Centro de Convergência do Gaia é um exemplo de uma eco-comunidade estabelecida numa aldeia alentejana, com foco considerável na vida comunitária e ecológica. Existem provavelmente outros portugueses, mas dos quais não tenho conhecimento.

A Casa de Santa Isabel (Seia) é uma comunidade de cerca de 50 habitantes, dos quais uma parte significativa é portuguesa, focada na educação Waldorf. A vida comunitária e ecológica assume igualmente um relevo importante. Um caso diferente é Rio de Onor, uma antiga aldeia comunitária, constítuida quase só por portugueses que ali nasceram (a maioria de idade avançada) e sem um foco intencional nas práticas ecológicas, mas com partilha comunitária que descende de várias gerações. Existem depois vários grupos e associações relacionados com práticas ecológicas, que no entanto não constituem o carácter de uma comunidade intencional estabelecida, como a Associação Aldeia (Vimioso), o Colectivo Germinal (Lousã), a Colher para Semear (Leiria), a Semente de Futuro (Arouca). Estes grupos são criados e formados na sua maioria por portugueses, com números em geral entre os 10 e 30 membros. Por último, existem também espaços de carácter comunitário e com foco mais espiritual, como o Monte Mariposa (Tavira), e provavelmente outros mas dos quais não tenho ainda conhecimento.



NORTE
CENTRO
REGIÃO LISBOA
SUL
REDES

Visitar o novo blogue http://www.ecoaldeiasemportugal.blogspot.com para mais informação!

Horticultura social

Como guardar sementes?

"O dinheiro que cura" - "Money fix" - para verem o filme completo

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 78

Ai, "quem se queixa de frio neste tempo é raça de cão pelado".
É que trabalhar no campo, além de fazer calor, une-nos à Terra, exercita e faz-nos muito mais felizes! Ah, pois é!

MaisTomatitos

Tomates - too much? Nada disso! Vão dar uma rica tomatada! Há que conservar enquanto os há em grande quantidade.

Continuamos a limpar o nosso canteiro mulch e as nossas espirais de ervas aromáticas. E as descobertas são fascinantes: mais e mais tomates, salsinha fresca, muita cidreira espalhada por todo o lado, 2 mini-pimentos, couve chinesa verdinha e muitos oregãos. Que o ano que vem seja assim tão produtivo ou melhor!

Dia78

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 77

Os louva a deus aguentam-se de pernas para o ar! E aqui está a prova:

Dia77


O nosso querido amigo Cris. veio ajudar-nos a fazer as nossas (acho que) últimas colheitas.
Ah, fizemos a recolha de algumas sementes para podermos usar na próxima sementeira.
Ainda tivemos tempo para fazer a nossa primeira experiência na produção de champô natural. E muitos amiguinhos vieram dizer-nos olá.
Olá amiguinhos louva a deus!

Dia77

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Projeto - Permacultura no CEA

Dia 76

Olhar a beleza do que nos rodeia é essencial para se ser feliz.
Sejam as flores a abrir ou mesmo o pôr do sol... é a forma de a Natureza nos brindar com a magia.

Dia76_1

Ainda nos deu uns quantos tomates maduros (estamos a guardá-los para depois conseguirmos fazer conserva) e muitos quilos de caruma para podermos colocar na pilha de compostagem.

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